sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

A SEGURANÇA DE JEFFERSON PORTELA


Por: Cunha Santos
No impacto de 60 mil vítimas de homicídios por ano no Brasil, os Crimes Violentos Letais Intencionais foram reduzidos em 40 % no Maranhão.
Discursos dele, invariavelmente recheados de estatísticas que chamam a atenção para as desigualdades sociais e evidenciam a natureza social do crime, lembram sempre a intervenção de um sociólogo militante de esquerda, em oposição aos apostolados de violência e capitalismo selvagem da direita corrupta do país.
Mas não são a fala de um militante; são as certezas do Secretário de Estado da Segurança Pública, Dr. Jefferson Portela, responsável pela formação da equipe e planejamento que culminou na mais drástica redução da criminalidade de toda a história dos últimos 50 anos do Maranhão.
Preocupação real em fazer justiça e com a segurança da sociedade, lealdade incontestável a seus colegas nos planos civil e militar e intransigência no combate à criminalidade, o levaram a promover a integração das forças policiais em proporção jamais vista, criar novas superintendências de combate ao crime, inclusive o crime de corrupção, através da SECCOR e reestruturar completamente a segurança pública no Estado, contando, para tanto, com o apoio e investimentos maciços garantidos pelo governador Flávio Dino.
Com Jefferson Portela na condição de Secretário de Segurança Pública, megaoperações policiais, milimetricamente planejadas, escorraçaram do Maranhão assaltantes de bancos que, quase diariamente, tocavam o terror em pequenos municípios, explodindo caixas eletrônicos, assaltando empresas de transportes de valores, fazendo reféns e se evadindo mata adentro. A Polícia Civil e o Cosar, um batalhão de selva especialmente treinado, reduziram quase a zero os assaltos a bancos no Maranhão.
Durante 10 anos, até 2014, toda a curva da criminalidade foi ascendente no Estado. Mas chegamos a 2017 com o crime reduzido em todas as suas modalidades, com os crimes de latrocínio praticamente zerados em diversos períodos e com o Maranhão sendo o estado que mais apreendeu drogas em todo o Nordeste do país, graças ao trabalho da Superintendência de Combate ao Narcotráfico (Senarc), criada neste governo e sob a gestão de Jefferson Portela. É provável que nunca os dados oficiais da Secretaria de Segurança tenham sido tão positivos e em tão pouco tempo.
O poder de resolutividade da Polícia Civil, a partir da introdução de modernas tecnologias de combate ao crime, inauguração de laboratórios, equipagem das polícias, serviços de inteligência, cresceu a olhos vistos, com a maioria dos crimes sendo solucionados em até 72 horas. Uma notícia de grande vulto para um estado onde grassava a impunidade, principalmente da autoria criminosa intelectual.
A agiotagem, a pistolagem e o narcotráfico foram restritos no agir de uma polícia com efetivos bem maiores, melhor assalariada, promovida, concursada, treinada e requalificada. No impacto de 60 mil vítimas de homicídios por ano no Brasil, os Crimes Violentos Letais Intencionais foram reduzidos em 40 % no Maranhão. E esse ritmo de segurança chegou também ao Complexo Penitenciário de Pedrinhas onde 60 detentos foram assassinados no ano de 2013 e 18 no ano de 2014, sob a égide e domínio do crime organizado que até toque de recolher decretava em São Luís.
São conquistas históricas do Sistema Estadual de Segurança, das quais devem se orgulhar o governador Flávio Dino, o secretário Jefferson Portela e toda sua equipe, o comandante geral da PM, coronel Pereira porque, certamente, jamais serão esquecidas pelo povo do Maranhão.

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